Quando o assunto são mortes no trânsito, o Brasil ainda figura entre os primeiros países do continente americano em acidentes fatais. Segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 37 mil pessoas morrem a cada ano vítimas de acidentes nas estradas brasileiras.Além das fatalidades e riscos para a saúde, os cofres públicos também sofrem com a ausência de segurança viária. Por ano, acidentes de trânsito custam cerca de R$ 40 bilhões para o Estado, de acordo com levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).O governo brasileiro, sociedade civil, polícias rodoviárias e conselhos de trânsito contam com um aparato legal para tentar reduzir o número de mortes no trânsito. A Lei n º 13.614/2018, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pela presidência da República em janeiro deste ano, cria o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans).O Pnatrans vai propor metas anuais para cada estado e o Distrito Federal. O objetivo é reduzir as fatalidades no prazo de dez anos. As metas serão fixadas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Conatran), que vai reunir propostas dos conselhos de trânsito nos estados e DF; da Polícia Rodoviária Federal e da sociedade civil.Uma das principais ações dentro do programa é a unificação das informações sobre acidentes fatais de trânsito nos níveis municipal, estadual e federal dentro de um único banco de dados.Primeiros passosO governo federal, por meio do Ministério das Cidades, estabeleceu uma parceria com o Instituto Tellus, a Consultoria Falconi e a Cervejaria Ambev para implementação do Pnatrans. As entidades iráo coletar informações e estatísticas de segurança viária junto aos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) em nove estados e no Distrito Federal. A partir disso, o governo terá um diagnóstico inicial da segurança viária no Brasil e poderá identificar, sobretudo, as principais causas dos acidentes.Em seguida, o trabalho de diagnóstico será feito nos 16 estados restantes. De acordo com o Ministério das Cidades, uma vez que os dados estiverem compilados, será definida e implantada uma metodologia de coleta, tratamento e divulgação dos dados nacionais, além de metodologias de desdobramento, e comunicação das metas a serem definidas. Fonte: Governo do Brasil.
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Santos é a cidade mais verticalizada do Brasil, aponta pesquisa
Santos lidera a lista de cidades mais verticalizadas do Brasil. o que revelou uma pesquisa inédita realizada pelo ZAP Imóveis, que detalhou os dados do último Censo realizado pelo IBGE e criou o ranking.De acordo com o levantamento, 63% da cidade de Santos é verticalizada. Para chegar ao resultado, o grupo ZAP dividiu o número de prédios pelo número de -casas.O levantamento segue com Balneário Camboriú (SC), com 57%, Porto Alegre (RS), com 47%, Vitória (ES), com 43% e Niterói (RJ), com 42%.De acordo com o economista do Grupo ZAP, Sérgio Castelani, esses dados demonstram que o mercado de imóveis em Santos teve investimentos importantes nas últimas décadas. A alta taxa de verticalização demonstra que os incorporadores vêm investindo na cidade , analisa.Para o especialista, o cenário também é positivo para quem procura por um apartamento. Para quem compra, o mercado apresenta uma oferta grande que ajuda nos preços e modelos de imóveis. Isso é importante, pois torna o mercado mais competitivo , expõe.Ainda no top dez, aparecem empatadas com 38%, a cidade paulista são Caetano do Sul, a capital carioca Rio de Janeiro e a catarinense Florianópolis; seguidas da mineira Viçosa (36%) e da catarinense são José (34%). Com isso, observamos que os destaques se concentram nas regiões sudeste e sul do País. Isso ressalta a importncia econômica dessas regiões para o mercado imobiliário , detalha Castelani.Além disso, as cidades litorâneas lideram o ranking. Os dados indicam que esses municípios também são muito atrativos para o mercado de apartamentos , ressalta.Mais de 90 mil apartamentosA pesquisa também analisou as cidades com mais domicílios tipo apartamento. Nesse quesito, Santos é a única cidade não capital que aparece entre as dez primeiras posições, com 91 mil unidades.São Paulo ficou na liderança, rompendo a barreira de um milhão de apartamentos. Na sequência estão Rio de Janeiro (806 mil), Belo Horizonte (251 mil), Porto Alegre (237 mil), Salvador (204 mil), Brasília (198 mil), Curitiba (152 mil), Fortaleza (126 mil), Recife (124 mil) e Santos (91 mil). A importncia econômica dessas cidades reflete os altos investimentos realizados em moradia e, consequentemente, a elevada quantidade absoluta de apartamentos , finaliza o economista. Fonte: Diário do Litoral.
Estacionamento Regulamentado terá sistema digital, em Santos
A Companhia de Engenharia de Tráfego de Santos lançou, no último dia 4, edital para licitação do sistema de estacionamento rotativo digital. O novo modelo, mais moderno, permitirá a aquisição de créditos por meio de loja virtual (APP), portal web ou, ainda, lojas físicas. Eles serão comercializados pelo mesmo preço dos bilhetes, que hoje custam R$ 2,50 para o período de uma hora. Atualmente, o sistema funciona nos bairros Centro, Gonzaga, Boqueiráo, Vila Mathias e eixo Carvalho de Mendonça. A CET-Santos aponta uma série de benefícios com a introdução do novo sistema, previsto para entrar em operação em até três meses. Um deles é a agilidade na busca das vagas, em razão da ferramenta apresentar um mapeamento das vagas onde há maior oferta de espaços, evitando a circulação desnecessária do veículo. Outra vantagem é a ampliação do tempo de uso da vaga sem a necessidade de retornar ao veículo, por meio da renovação de créditos pelo app. Aos desatentos, um alerta será acionado quando o tempo de permanência máximo, de duas horas, estiver se esgotando. A fim de democratizar o uso dos espaços públicos, que é o principal objetivo do Estacionamento Regulamentado, a rotatividade será controlada. Um veículo deverá trocar de vaga a cada duas horas (mantendo a regra atual), contribuindo para aumentar a oferta de espaços e oportunidades e otimizando o acesso da população aos serviços que se concentram nessas áreas. Outro ponto favorável é o fim dos erros de preenchimento (da placa) ou de campos raspados indevidamente, o que hoje geram multas ou a perda do bilhete que precisa ser substituído. Motoristas que não têm smartphones poderão utilizar os Pontos de Venda (PDV) para adquirir tíquetes eletrônicos virtuais, em sistema similar à compra de crédito para o celular. Esses postos estaráo instalados nas áreas de Estacionamento Regulamentado (ER), com distncia máxima de 200 metros entre um e outro. FLANELINHAs A substituição gradual do talonário físico para o crédito virtual eliminará a atuação irregular dos flanelinhas, que cobram preços abusivos pelo bilhete e fazem reservas não autorizadas das vagas, o que tornará o sistema mais seguro. A falsificação de cartões, já cada vez menos frequente, também terá fim com o uso da tecnologia. AGENTES DE TRá‚NSITo Parte dos operadores de tráfego que atuam de forma dedicada no sistema regulamentado, realizando a venda de cartões e o controle do uso dos espaços, serão direcionados para atividades diversas como as que visam a melhoria da fluidez, o atendimento a ocorrências e monitoramento do viário. LICITAá‡áƒo A empresa vencedora da licitação terá a concessão para fazer a operação e manutenção do sistema de estacionamento regulamentado na Cidade. A CET responderá pelo gerenciamento do serviço e, como órgáo responsável pelo trânsito, continuará fiscalizando as áreas de ER. A licitação ocorre na modalidade concorrência, valendo como critério para julgamento o maior percentual de repasse mensal, para o Município, da receita bruta auferida no mês com a exploração do sistema, índice que não poderá ser inferior a 27,06%.A informatização do ER permitirá à CET o controle da operação e do monitoramento. Além da implantação do modelo eletrônico para aquisição de tíquete virtual para uso do sistema, a empresa contratada arcará com todos os custos para funcionamento (equipamentos, programas, funcionários etc.). Também providenciará a revitalização da sinalização (horizontal e vertical), com serviços de pintura e instalação de placas de acordo com a legislação de trânsito, nas áreas com vagas de regulamentado. E, ainda, fará a manutenção regular dos locais sinalizados. A ativação do modelo eletrônico será precedida de ampla campanha educativa, informando à população as formas de utilização do sistema, tudo sob responsabilidade da contratada.A sessão pública da licitação será realizada no dia 22 de outubro, 14h, na CET-Santos, na Vila Mathias. Fonte: Prefeitura de Santos.
Prévia da inflação oficial fica em 0,09% em setembro
O índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, registrou taxa de 0,09% em setembro deste ano. O índice é inferior ao observado em agosto deste ano (0,13%) e em setembro do ano passado (0,11%). O dado foi divulgado hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).O IPCA-15 acumula taxas de 0,86% no terceiro trimestre, 3,23% no ano e 4,28% em 12 meses.A queda da taxa da prévia de agosto para a prévia de setembro foi provocada principalmente pelos alimentos, que registraram deflação (queda de preços) de 0,41%. A alimentação no domicílio ficou 0,7% em setembro, devido aos recuos de preço de produtos como cebola (-18,51%), batata-inglesa (-13,65%), leite longa vida (-6,08%) e carnes (-0,97%).Por outro lado, evitaram uma queda maior da inflação o aumento do custo de despesas pessoais (0,46%), habitação (0,30%), transportes (0,21%) e saúde e cuidados pessoais (0,26%). Fonte: Agência Brasil.
Receita Federal altera regras do despacho aduaneiro de exportação
Foi publicada hoje no Diário Oficial da União a IN RFB n º 1830/2018, que altera o procedimento de despacho aduaneiro de exportação.As alterações são necessárias em virtude de a nova sistemática do Portal Ênico de Comércio Exterior prever a seleção de DU-E com pendências de tratamento administrativo para o canal de conferência laranja, ainda que não seja necessária a realização de análise documental por parte da Receita Federal do Brasil. A alteração objetiva esclarecer que, em tais situações, tornam-se desnecessárias a distribuição da declaração para o Auditor-Fiscal da Receita Federal e a sua análise documental. Acesse a Instrução Normativa no link: < http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?visao=anotado&idAto=95071 >http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?visao=anotado&idAto=95071 Fonte: Receita Federal.
Venda de cinco terminais portuários pode movimentar mais de R$ 3 bilhões
Pelo menos cinco terminais portuários estão à venda ou em busca de novos sócios nas regiões Nordeste, Sul e Sudeste do País. Os empreendimentos que já têm bancos contratados para buscar investidores devem movimentar mais de R$ 3 bilhões, segundo fontes a par do assunto. Os negócios têm atraído grupos internacionais da ásia, Europa e Oriente Médio que atuam no setor portuário, de navegação e no agronegócio.Entre os ativos negociados está o Terminal Portuário Santa Catarina (Tesc), da Logz empresa formada por fundos de investimentos administrados pela BRZ. O empreendimento está localizado no complexo portuário de são Francisco do Sul (SC) e tem tradição na operação de contêineres, granéis sólidos, produtos siderúrgicos e cargas de projeto.Avaliando em cerca de R$ 300 milhões, o ativo tem sido analisado pela gigante japonesa Marubeni. A trading multinacional já atua no porto catarinense por meio do Terlogs, um terminal de gráos adquirido em 2011. Com a aquisição do Tesc, a empresa amplia sua capacidade de exportação no Brasil. Procuradas, a Marubeni não quis falar do assunto e a BRZ disse que não comenta boatos de mercado. Segundo uma fonte, a venda do ativo faz parte de uma estratégia de saída do fundo do investimento, já maturado.A lista de ativos à venda ou em busca de parceiros inclui também os dois terminais de contêineres da Wilson Sons, que devem valer mais de R$ 1 bilhão, segundo fontes do setor. O Tecon Rio Grande e o Tecon Salvador têm sido cobiçado por grupos mundiais de logísticas como a PSA, de Cingapura, DP World, de Dubai, CMA CGM, de origem francesa, e China Merchants.Uma fonte ligada ao grupo chinês afirmou que o negócio está em fase de due diligence (auditoria dos ativos) e ofertas não vinculantes sem compromisso formal de compra. Mas a participação da asiática, que acabou de comprar o TCP, de Paranaguá, por R$ 2,9 bilhões, ainda não definiu sua participação na disputa. A expectativa é que as negociações em torno dos terminais se arrastem até o fim do ano.Segundo um executivo do setor, o grupo mais ativo nas conversas com a Wilson Sons é a DP World. A empresa comprou a participação da Odebrecht na Embraport, no ano passado, e se tornou a única dona do terminal de contêineres, em Santos. Em nota, o grupo afirmou que não comenta especulações. PSA e CMA CGM também foram procuradas, mas não quiseram falar das negociações.Uma fonte ouvida pelo Estado afirma que, no caso da Wilson Sons, a venda de ativos pode estar relacionada à expansão dos armadores no setor portuário brasileiro, como a BTP, em Santos, e Itapoá, em Santa Catarina. Nos dois casos, os terminais têm como sócios empresas de navegação o que acaba garantindo carga para os terminais. Em nota, a Wilson Sons afirmou que ainda não foi tomada uma decisão sobre os ativos nem se alguma transação ocorrerá. Estão sendo avaliadas alternativas estratégicas pela diretoria da companhia, que poderão incluir alienação dos referidos ativos e/ou a atração de parceiros estratégicos. QualidadePara o consultor Nelson Carlini, ex-presidente da CMA CGM, depois de vários investimentos feitos nos últimos anos, o Brasil tem uma grande capacidade instalada e terminais de excelente qualidade. Esses ativos, construídos com dinheiro privado, podem representar boas oportunidades de negócios. Além das ofertas de Tesc e da Wilson Sons, há ainda o terminal da Libra, no Rio, cuja venda faz parte do plano de recuperação judicial da empresa para reduzir a dívida. O empreendimento está sendo avaliado pelos mesmos grupos de olho nos ativos da Wilson Sons.Outro que busca sócios é o projeto Porto Pontal Paraná, que vai movimentar contêineres e exigirá investimentos de cerca de R$ 1,5 bilhão. Os executivos responsáveis pelo terminal não quiseram falar sobre as negociações. Fonte: Estadão.
Projeto torna obrigatório sistema de segurança em carros com vidros elétricos automatizados
Projeto em análise no Senado pode prevenir acidentes causados por vidros elétricos de fechamento automatizado, que não exigem a pressão contínua do botão. o PLS 150/2018Â torna obrigatória a presença de proteção antiesmagamento em veículos com vidros elétricos e outros dispositivos, como tetos solares, quando houver fechamento com automação.O sistema antiesmagamento garante que o vidro do carro pare de subir ao detectar a presença de algo que impeça o fechamento completo. Quando isso acontece, o sentido é invertido, ou seja, o dispositivo volta a abrir a janela automaticamente. A ausência desse tipo de proteção pode levar a acidentes graves e até à morte por estrangulamento, especialmente de crianças.De acordo com o autor do projeto, senador José Pimentel (PT-CE), a presença desses dispositivos de segurança já é prevista em umA < http://www.denatran.gov.br/download/Resolucoes/Resolucao4682013.pdf >resoluçãode 2013 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Os efeitos da resolução, explicou o senador, passaram a valer em 2017, mas algumas empresas têm recorrido à Justiça contra a obrigatoriedade dos dispositivos.Uma das alegações mais comuns é de que o Contran não tem poder para editar essas regras. Pimentel afirma que, para preencher essa lacuna, é preciso transformar em lei o conteúdo da resolução, com ajustes no texto para evitar dúvidas de interpretação que pode servir como brechas para o descumprimento da norma.AcidentesAo apresentar o texto, Pimentel afirmou que, nos Estados Unidos, nos últimos 15 anos, mais de 80 crianças foram vítimas desse tipo de acidente. No Brasil, apesar de não haver uma estimativa em números, há vários casos noticiados pela imprensa. Os cinco casos citados pelo senador vitimaram crianças e um adolescente com deficiência.A proteção contra esmagamento é exigida para vidros, tetos e painéis elétricos com automação para o fechamento, seja por controle remoto ou pela função one-touch (toque único) dos botões internos de comando. Vidros com acionamento manual ou com acionamento elétrico que não tenham esse tipo de automação não precisaráo da proteção.O projeto está na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde tem como relator o senador José Agripino (DEM-RN). Fonte: Agência Senado.
Obras da entrada de Santos avançam na Martins Fontes
Três frentes de trabalho com um total de 20 operários atuam na pista local da Avenida Martins Fontes, em intervenções da Etapa 3 das obras do Programa Nova Entrada de Santos, entre a Avenida Nossa Senhora de Fátima e Rua Pio XII. Os serviços começaram no final de agosto e devem terminar até fevereiro do próximo ano.Nesse período serão demolidas e reconstruídas as guias e sarjetas e concretados novos passeios no padráo Calçada para Todos, com área de grama e instalação de lixeiras e novos abrigos de ônibus em todo o trecho, uma extensão de 750 metros onde ainda será instalada iluminação em LED.A última melhoria na pista local da avenida, que integra um dos novos corredores de ônibus, será a pavimentação. Os serviços estão divididos em execução de calçadas, com parte de ciclovia, embutimento de dutos de dados e voz, e limpeza de galerias de drenagem entre as ruas são Sebastiáo e Pio XII , diz o engenheiro Carlos Barros.A ciclovia, interligação da pista da N. Sra. de Fátima, sai da Rua são Sebastiáo e percorre duas quadras e meia pela calçada da Martins Fontes para depois cruzar a pista em direção ao canteiro central da avenida, defronte ao IML. As obras civis ficam sob o gerenciamento da pasta de Infraestrutura e Edificações e a gestão geral pelo Programa Nova Entrada de Santos.DRENAGEM A obra na Martins Fontes envolve a limpeza de duas galerias de drenagem paralelas da Martins Fontes, de 1,70m de largura por 1,30m de altura, que atualmente operam com apenas 20% de sua capacidade, no sentido Centro/Rio Lenheiros.Também haverá implantação de nova galeria de 350 metros que começará na N. Sra. de Fátima, confluência com a Rua Manoel Barbosa da Silveira. A tubulação entrará na Martins Fontes e seguirá pela avenida até a esquina com a Rua Caraguatatuba, onde se unirá à galeria existente. Tudo para garantir melhor eficiência no escoamento das águas pluviais, direcionadas para o Estuário.TRá‚NSITO E TRANSPORTE Para execução das obras, a pista local da Martins Fontes (sentido bairro/Centro), está interditada para tráfego de veículos, entre a Av. N. Sra. de Fátima e a Rua Flamínio Levy. Motoristas procedentes da N. Sra. de Fátima com destino à região central devem utilizar a pista expressa da Martins Fontes, observando os painéis de orientação instalados pela área.Para atender os usuários do transporte coletivo, na via expressa foi instalado um ponto na baia construída na altura da Rua são Sebastiáo. O ponto seguinte está localizado em frente ao cemitério do Saboó. Fonte: Prefeitura de Santos.
ANP aprova Tomada Pública de Contribuições sobre a verticalização da cadeia de distribuição de combustíveis
A ANP aprovou a realização, de 21/9 a 20/10, de Tomada Pública de Contribuições (TPC) sobre a verticalização da cadeia de distribuição de combustíveis para avaliar, no mínimo, os seguintes pontos:- vedação da verticalização direta e indireta; – vedação da comercialização direta de produtores e importadores para revendedores;- vedação de que os Transportadores-Revendedores-Retalhistas (TRRs) comercializem outros combustíveis, além de óleo diesel;- manutenção da obrigatoriedade de que os TRRs comprem diretamente de distribuidores;- manutenção das limitações de comercialização para distribuidores e TRRs no que se refere aos pontos de abastecimento nos termos da Resolução ANP n° 34, de 1 º de novembro de 2007.A TPC se insere no contexto do grupo de trabalho constituído pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela ANP para estabelecer atuação conjunta no âmbito do Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência.O grupo de trabalho tem como objetivo analisar a estrutura do mercado de combustíveis, avaliar a implementação das medidas propostas pelo Cade para repensar o setor de combustíveis, a possibilidade de serem adotadas permanentemente as medidas regulatórias excepcionais apresentadas pela ANP durante a greve dos caminhoneiros para assegurar o abastecimento nacional de combustíveis e outras possíveis medidas.Dessa forma, acredita-se que as medidas a serem implementadas após a TPC aumentem a competição pela retirada de barreiras regulatórias e pelo fim de nichos de mercado artificiais com a promoção da inovação na economia brasileira. Fonte: ANP.
Scania lança na Europa nova geração de caminhões híbridos
Durante a IAA 2018 (67 º Salão Internacional de Veículos Comerciais), a Scania vai exibir simultaneamente os caminhões híbrido elétrico plug-in (PHEV), baseado na Nova Geração de caminhões, e seu irmão , o caminhão elétrico híbrido (HEV), ambos com o novo sistema Scania Zone. Ambos já estão em conformidade com as regulamentações de velocidade e emissões de ruídos de determinadas zonas sensíveis na Europa. A feira será realizada em Hannover, Alemanha, de 20 a 27 de setembro. A Scania continua em seu caminho para a mobilidade ideal com a abordagem aqui e agora , oferecendo soluções com as capacidades necessárias para apoiar os clientes do segmento urbano para um caminho mais sustentável, desde o primeiro dia de operação , comenta Maria Johansson, diretora de Produto na divisão global de Caminhões Urbanos da Scania. Vamos lançar primeiramente a versão HEV (veículo elétrico híbrido), com encomendas a partir de novembro de 2018 e a PHEV (veículo híbrido plug-in) chegará em 2019. Os clientes Scania terão uma solução com um hardware bastante confiável, com carregamento regenerativo, sem a preocupação do veículo não chegar ao seu destino, com emissões zero pelo tubo de escape e sem comprometer sua total economia operacional .Os novos caminhões híbridos são equipados com os motores Scania DC09, de 5 cilindros em linha, que poderão utilizar o HVO (óleo vegetal tratado com hidrocarbonetos) ou diesel, trabalhando em paralelo com a máquina elétrica gerando 130kW (177hp) de potência e 1,050Nm. A janela de energia da bateria recarregável de lítio está definida para 7,4 kWh, garantindo uma longa duração. Os caminhões poderão ser dirigidos no modo totalmente elétrico, sem qualquer suporte do motor a combustão, graças aos auxiliares elétricos para direção e suprimento de ar de freio. Nos dias de hoje, os caminhões urbanos híbridos são considerados o estado da arte em termos de economia total, disponibilidade e sustentabilidade na operação , conta Johansson. Combinado com o HVO trará a redução de CO2 de até 92% ao mesmo tempo em que oferece excelente produtividade nas áreas urbanas em constante expansão. Neste cenário, os motoristas enfrentam desafios como segurança, demandas ambientais e congestionamentos .Alguns detalhes sobre os caminhões híbridosOs primeiros veículos HEV foram baseados nos pioneiros caminhões da geração Scania P G R.A seguir uma pequena entrevista com Jesper Brauer, gerente de Produto na divisão global de Caminhões Urbanos Scania. Nela, o executivo comenta mais detalhadamente sobre as soluções e intenções do novo híbrido, baseado na Nova Geração de caminhões da marca.Porque um Scania híbrido? Qual é o valor para o cliente? Notamos que a maioria das novas operações de caminhões em áreas urbanas migraráo gradativamente para a eletrificação total nas próximas décadas, quando a tecnologia de baterias e infraestrutura entrarem definitivamente em vigor. Mas até lá, nossa indústria, diria que está em franca transição, em que soluções como os híbridos e combustíveis alternativos ou a combinação dos dois, como em nossos caminhões apresentados na feira oferecerão as melhores opções e valores razoáveis de economia operacional total para os clientes do mundo real.Os novos veículos híbridos Scania podem operar diariamente, desafiando ambientes urbanos, com o mesmo tempo de atividade e necessidade previsível de manutenção, que os caminhões Scania convencionais. Mas quando adicionamos o elétrico, com emissões zero de escapamento, se transformam em uma ferramenta que dispõe uma solução de transporte sustentável sem precedentes, única. Sua poderosa máquina elétrica e uma faixa operacional útil de 10 km, no modo elétrico, apresentam um mundo de oportunidades.Os caminhões de distribuição, assim como os urbanos de construção-civil, terão a chance de realizar tarefas nas cidades no período noturno em áreas sensíveis, que durante o dia são muito congestionadas. Com emissões de zero poluentes e ruídos abaixo de 72 dB(A), o que se tornou de fato um padráo, baseado na PIEK, regulamentação de emissões de ruídos, estabelecida na Holanda. Qual é a estratégia da Scania em relação ao carregamento e uso de baterias? A tecnologia de baterias de lítio ainda é o melhor caminho testado e disponível. Assim como os nossos primeiros caminhões HEV, os caminhões HEV HEV utilizam principalmente a frenagem regenerativa para carregar, capturando a energia cinética. A intenção é dirigir o caminhão no modo Auto Zero de emissões de escape (ZTE), ou seja a parte elétrica é sempre usada para mover o conjunto já nas velocidades baixas, fornecendo a energia disponível da bateria. O modo Auto ZTE resultará num baixo consumo de combustível, pois cortará a combustão interna do motor (ICE) sempre que for favorável durante a operação. As novas opções de caminhões PHEV (plug-in) poderão iniciar seu trabalho com a bateria totalmente cheia. O recarregamento complementar será realizado durante as paradas do motorista para coletar ou descarregar a carga transportada ou até mesmo no seu descanso. O carregamento de 22 kW de energia levará cerca de 20 minutos com um suprimento regular de carga. Resultado: maior economia de combustível.Determinamos parâmetros muito conservadores quanto a utilização de baterias para assegurar uma longa duração. Evitando a drenagem e os altos picos, ela durará entre quatro a sete anos em condições normais, e dependendo da operação. O motorista poderá forçar o carregamento da bateria enquanto dirige (para se preparar para o modo ZTE), mas vai aumentar o consumo do combustível. Como o motorista poderá dirigir e monitorar o uso da bateria? Nestes veículos, o painel vai mostrar em tempo real ao condutor o nível de energia. Quando os freios são acionados, o caminhão será capaz de informar se a potência de frenagem será fornecida pela máquina elétrica e poderá lidar com toda energia regenerada, ou se os freios de escape ou os de serviço deverão gerar suporte. No display do painel, setas azuis mostraráo se a potência gerada poderá ser alimentada de volta para a bateria. Se o motorista frear com mais força do que o sistema regenerativo suportar, as setas ficaráo amarelas. Assim como qualquer outro caminhão pesado, um estilo planejado de dirigir com ações antecipadas, compensará sob muitas perspectivas o resultado da operação. O display também apresentará o status de uso da bateria e a faixa de utilização do ZTE esperada.Esses caminhões têm o Scania Retarder elétrico, com a tradicional alavanca na coluna da direção. Essa tecnologia oferece cinco posições: 1-3 significa frear somente com a máquina elétrica; o 4 frenagem máxima com a máquina elétrica adicionando o freio de escape ICE (motor de combustão interna); por fim, o 5 adiciona o aumento da frenagem do motor. Quais são as opções de motores disponíveis para o hibrido? Os caminhões poderão ser encomendados com qualquer motorização DC09, com 280, 320 ou 360cv. O modelo apresentado na IAA terá propulsor DC09 320 cavalos .Quais outras inovações teremos sobre o caminhão hibrido da Nova Geração? Nós incluímos uma nova opção de aumento de potência, por exemplo. Se o motorista baixar uma marcha para aceleração, a máquina elétrica vai aumentar em 50kW ou 250Nm, desde que a bateria esteja suficientemente carregada. Se o condutor acionar o modo Performance, um aumento extra de potência de 20kW ou 150Nm, sempre será adicionado durante a aceleração, mesmo que a função baixar marcha não esteja ativa.De fato, nossos híbridos aumentaráo automaticamente o torque disponível em muitas situações para evitar a necessidade de baixar a marcha, que obviamente aumenta o potencial de economia de combustível. Eles em geral utilizaráo estratégias de diferentes mudanças de marcha comparado aos convencionais. A típica troca de marcha de quinta para a sexta, acontece graças ao torque massivo que está rapidamente disponível a partir da máquina elétrica. E, ao frear ou diminuir a velocidade do veículo, reduções de marchas são evitadas para maximizar a regeneração de potência .E sobre o PTO (tomada de força elétrica), qual sua utilidade? Para utilizarmos todo o potencial do caminhão numa solução urbana como esta, precisamos ter um conjunto completo de recursos, como a funcionalidade elétrica que assegura que o veículo continuará silencioso e a possibilidade de uma operação como guindaste sem criar qualquer tipo de barulho. Nós também produzimos híbridos com direção elétrica e um compressor de freios elétricos, para trabalhar sem ter que utilizar o ICE, freio de escape em marcha lenta, para fornecimento de ar de freio .E quanto aos serviços? Quando oferecemos soluções como esta, gradualmente viráo com um tipo de serviço que ajudará nosso cliente a tirar total vantagem do produto .Como o sistema Scania Zone atua com os caminhões híbridos? O Scania Zone é um serviço opcional do Scania Fleet Management, de gestão completa de frotas por meio da conectividade, que combina excelentemente com os caminhões híbridos. Contudo, o Scania Zone pode também ser utilizado com todos os tipos de caminhões da Nova Geração Scania.O Scania Zone auxilia motoristas nas zonas do acordo ambiental que exigem a utilização de regulamentação de tráfego ou áreas de proteção ambientais locais. O sistema informa o posicionamento em tempo real em que se encontra o veículo para ajudar o motorista a cumprir as normas de emissão de ruídos. Nosso PHEV/HEV pode utilizar funções do Scania Zone tais como limite de velocidade e modo elétrico de automação quando adentrar a zona geográfica sensível a emissões de ruídos. Quando o caminhão deixar essa zona, retorna automaticamente para a operação normal .Para quais tipos de operações caminhões como estes serão adequados? Naturalmente, eles se adequaráo ao sistema modular Scania, pelo qual ofereceremos um amplo número de tipos de cabines e configurações de eixos para ambos caminhões cavalos mecânicos ou chassi rígido. Em combinação com três diferentes níveis de potência, ofereceremos o motor DC09, para uma variedade de aplicações urbanas. As encomendas podem ser feitas personalizadas com base em nossos híbridos, e eles serão capazes de lidar com capacidade máxima de tração (GTWs) com peso até de 26 toneladas, ou mais.Todos os tipos de caminhões de distribuição vêm primeiro em minha mente, porém, não para aí. Os basculantes urbanos, preferencialmente com cabines Série L, bem como os caminhões para manuseio de lixo e todos os tipos de veículos para manutenção pública em ambientes urbanos, provavelmente, se adequam a esta solução, já que oferecemos também cabines da geração anterior, a P e G .A Scania pode garantir o alcance do híbrido em 10 km? Nunca é preto no branco quando se fala de alcance ou de autonomia. Sim, 10 km é um número relevante sob condições ideais, mas pode também aumentar. Dependerá muito do estilo de condução do veículo, números de paradas e arranques, situação de tráfego em estradas, temperatura exterior e assim por diante .Por último, como é dirigir o novo híbrido? Realmente, é uma experiência relaxante, como dirigir qualquer outro caminhão Scania da Nova Geração. Este veículo que estará na IAA tem uma cabine da série L, que obviamente traz capacidades extras na condução em ambientes urbanos congestionados. Mas fora isso, poderia ser qualquer caminhão de distribuição desde que as funções inteligentes e de sustentabilidade sejam integradas. E, é de fácil manuseio, você nem notará o peso extra e o trem de força funciona perfeitamente.E esse é o ponto, operar caminhões inovadores como o híbrido da Scania não deve ser mais complicado do que um caminhão normal . A Scania como fabricante e os nossos clientes em potencial tem uma curva de aprendizado para escalar nas próximas décadas. በpor isso que a cada etapa comercial que os clientes esperam chegar, e pagam, e depois ganham dinheiro no transporte, deve ser uma realidade capaz de lidar com desafios viáveis e pertinentes ao dia a dia do setor .Fonte: Blog do Caminhoneiro.