Análise jurídica e diretrizes práticas para implementação das novas regras da NR-1

1. Introdução

A recente atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), através da publicação da Portaria MTE 1.419/24, especialmente no tocante ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), representa uma inflexão relevante no modelo regulatório de saúde e segurança do trabalho no Brasil.

Através da Portaria MTE 765/25 a vigência das alterações na NR-1 está prevista para 26/05/26 e visando melhor esclarecer as mudanças e orientar os empregadores e trabalhadores o Ministério do Trabalho e Emprego elaborou o Manual interpretativo consolidando o entendimento no sentido de que os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho passam a integrar, de forma obrigatória, o escopo do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).

Trata-se de alteração de elevada densidade jurídica e operacional, na medida em que desloca o tema da saúde mental do campo das boas práticas para o núcleo das obrigações legais cogentes impostas ao empregador.

O período atual deve ser compreendido como fase de transição e adaptação. Contudo, a partir de maio de 2026, a fiscalização tende a assumir caráter mais rigoroso e punitivo, com possibilidade concreta de autuações em caso de inadequação do PGR, especialmente quando verificada ausência de tratamento dos riscos psicossociais ou desconformidade com a NR-17 (Ergonomia).

 

2. Natureza jurídica da obrigação e ampliação do conceito de risco ocupacional

A nova sistemática da NR-1 promove inequívoca ampliação do conceito de risco ocupacional, exigindo que o GRO abranja não apenas os riscos tradicionais (físicos, químicos, biológicos e de acidentes), mas também aqueles decorrentes da organização do trabalho e de fatores psicossociais.

Sob a perspectiva jurídica, trata-se de obrigação de natureza cogente, diretamente vinculada ao dever geral de proteção do empregador (arts. 157 e 158 da CLT), bem como ao direito fundamental à redução dos riscos inerentes ao trabalho (art. 7º, XXII, da Constituição Federal).

O conceito de GRO foi introduzido no capítulo 1.5 da NR-1 com a Portaria SEPRT 6.730/20, criando a obrigatoriedade de que as organizações implementem um sistema estruturado para gestão do SST.

De acordo com o capítulo 1.5 da NR-1 e o Manual Interpretativo, o GRO institui uma estrutura sistematizada para identificação de perigos, avaliação e controle dos riscos, devendo ser articulado com as demais ações de saúde (NR-7), bem como prever a análise de acidentes e preparação para emergências.

Sobreleva ressaltar que o GRO não deve ser utilizado para fins de caracterização de atividades ou operações insalubres ou perigosas, pois neste caso aplicam-se as regras específicas contidas na NR-15 e NR-16, respectivamente.

Com as alterações trazidas na NR-1 pela Portaria  1.419/24, foi aprovada nova redação na Norma Regulamentadora 1 (NR-1) em relação ao capítulo “1.5 Gerenciamento de riscos ocupacionais” e alterado o “Anexo I “, para inserir e modificar termos e definições, nas disposições gerais e no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).

Nesse sentido, a empresa passa a ter o dever de identificar, avaliar e controlar fatores tais como: sobrecarga e intensidade excessiva de trabalho; exigências cognitivas elevadas; ausência de autonomia e previsibilidade; falta de suporte organizacional; conflitos interpessoais e assédio de qualquer natureza no trabalho; ambiguidade ou conflito de papéis e a exposição a situações traumáticas ou violência no trabalho.

A omissão quanto a esses elementos compromete a integridade do GRO e pode caracterizar infração administrativa.

O Manual Interpretativo elaborado pelo MTE não substitui o texto legal da NR-1 e em caso de dúvida prevalece sempre o texto oficial publicado no Diário Oficial da União, tendo caráter apenas orientativo.

O texto do Manual é completo e traz vários esclarecimentos interessantes abordando vários capítulos, com destaque para: sistema de gestão em SST; GRO na NR-1; abrangência; responsabilidades; mecanismos de participação e comunicação aos trabalhadores; conceitos essenciais sobre risco e perigo; planejamento; levantamento preliminar de perigos e riscos; processo de identificação de perigos; processo de avaliação de risco ocupacional; processo de controle dos riscos e acompanhamento; documentação do PGR; elaboração do Plano de Ação; preparação e resposta a emergências; GRO nas relações de prestação de serviços a terceiros; GRO e a possível dispensa de PGR para situações específicas e exemplos práticos de implementação do GRO.

 

3. Integração entre NR-1 e NR-17: abordagem sistêmica da ergonomia

A adequada implementação das exigências da NR-1 pressupõe a integração com a NR-17, que fornece os parâmetros técnicos para análise das condições e da organização do trabalho.

A ergonomia, conforme concebida na NR-17, ultrapassa a dimensão física e abrange aspectos organizacionais e cognitivos, notadamente: ritmo e intensidade do trabalho; definição de metas e formas de controle; grau de autonomia do trabalhador; suporte da liderança e estrutura das relações de trabalho.

Nesse contexto, os riscos psicossociais devem ser analisados prioritariamente sob a ótica da organização do trabalho, o que reforça o princípio fundamental da ergonomia: adaptar o trabalho ao trabalhador.

A ausência de integração entre NR-1 e NR-17 configura falha estrutural no sistema de gestão de riscos, potencialmente caracterizadora de não conformidade grave.

 

4. Do GRO como processo contínuo: superação do modelo meramente documental

O Manual do Ministério do Trabalho enfatiza que o GRO não se resume à elaboração formal de documentos, mas consiste em processo contínuo, dinâmico e integrado, estruturado sob a lógica de melhoria contínua (PDCA).

Assim, o PGR deve refletir a identificação real e contextualizada dos perigos; avaliação técnica e criteriosa dos riscos; definição de medidas preventivas adequadas; implementação efetiva das ações e o monitoramento e revisão periódica.

Empresas que se limitarem à formalização documental, sem correspondência prática, estarão expostas à caracterização de inadequação material do sistema de gestão.

 

5. Responsabilidade empresarial e governança interna

A responsabilidade pela implementação do GRO é indelegável, ainda que haja suporte de consultorias externas.

Isso impõe às empresas a necessidade de estruturação de governança interna, incluindo: envolvimento da alta administração; definição clara de responsabilidades; integração entre RH, SESMT, jurídico e lideranças operacionais; disponibilização de recursos adequados e a formalização de políticas e procedimentos.

A ausência de governança estruturada constitui um dos principais fatores de risco para autuação.

 

6. Metodologia de avaliação dos riscos psicossociais

Embora o Ministério do Trabalho não imponha metodologia única, a liberdade conferida às empresas exige rigor técnico.

A organização deve estabelecer os critérios objetivos de avaliação (probabilidade, severidade, nível de risco); metodologia compatível com sua realidade operacional; instrumentos adequados (questionários, entrevistas, observação da atividade) e a coerência entre diagnóstico e medidas adotadas.

Importante destacar que diagnósticos genéricos ou meramente subjetivos tendem a ser considerados insuficientes em eventual fiscalização.

 

7. Participação dos trabalhadores e validade do diagnóstico

A participação dos trabalhadores constitui elemento essencial para a validade do processo de identificação dos riscos.

A empresa deve assegurar: mecanismos de consulta efetiva; participação da CIPA, quando existente; canais de comunicação bidirecional e o ambiente de confiança, com garantia de anonimato.

A ausência desses elementos compromete a fidedignidade das informações coletadas e fragiliza a conformidade normativa.

 

8. AEP e AET: instrumentos técnicos da ergonomia aplicada

A Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) deve ser realizada no âmbito do GRO, sendo suficiente para a identificação inicial dos riscos.

A Análise Ergonômica do Trabalho (AET), por sua vez, deve ser conduzida nas hipóteses específicas previstas na NR-17, quando houver necessidade de aprofundamento técnico.

A adoção inadequada desses instrumentos — seja por omissão, seja por superficialidade — configura descumprimento das exigências normativas.

 

9. Medidas de prevenção e plano de ação

A identificação dos riscos psicossociais deve resultar em medidas concretas, formalizadas no plano de ação do PGR, com definição de responsáveis, prazos e mecanismos de monitoramento.

A lógica normativa privilegia intervenções sobre a organização do trabalho, tais como: revisão de metas e cargas de trabalho; reorganização de processos; adequação de jornadas; fortalecimento de lideranças; implementação de políticas efetivas de prevenção ao assédio e melhorias ergonômicas e ambientais.

Medidas isoladas, focadas exclusivamente no indivíduo, são insuficientes para atendimento das exigências legais.

 

10. Pontos críticos de fiscalização e riscos de autuação

À luz do Manual do MTE, destacam-se como principais fragilidades passíveis de autuação: ausência de riscos psicossociais no PGR; descrição genérica ou abstrata dos fatores de risco; inexistência de critérios técnicos de avaliação; desconexão entre NR-1 e NR-17; ausência de AEP ou de AET quando exigida; inexistência de participação dos trabalhadores; plano de ação meramente formal ou inexistente e a ausência de evidências de implementação e monitoramento.

 

11. Conclusão

A atualização da NR-1 consolida uma mudança paradigmática: os riscos psicossociais passam a integrar o núcleo obrigatório da gestão de saúde e segurança no trabalho.

A partir de maio de 2026, a fiscalização deverá priorizar a efetividade do gerenciamento de riscos, e não apenas a existência formal de documentos.

Diante desse cenário, recomenda-se que as empresas adotem, com a máxima brevidade: revisão técnica de seus PGRs; incorporação estruturada dos riscos psicossociais; integração efetiva com a NR-17; definição de metodologia consistente de avaliação; fortalecimento da governança interna; implementação de medidas concretas e monitoráveis; realização de auditorias preventivas.

As empresas que anteciparem esse processo tendem a mitigar significativamente riscos regulatórios e passivos trabalhistas. Por outro lado, abordagens meramente formais ou reativas poderão se mostrar insuficientes diante da nova regra normativa.

O Manual de Interpretação e Aplicação do Capítulo 1.5 da NR-1 traz orientações relevantes e que devem ser conhecidas e adotadas pelas empresas e pode ser acessado através do link: https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/manuais-e-publicacoes/manual_gro_pgr_da_nr_1.pdf

 

Fonte: Assessoria Jurídica da FETCESP

Reajuste Anual da Contribuição Social (MENSALIDADE) (Referência: 2026)

Prezado Transportador, 

 

Em conformidade com o comunicado divulgado em 03/03/2022, informamos que a partir do mês de abril de 2026 a Contribuição Social sofrerá um reajuste de 3,36%, considerando o INPC acumulado no último período. 

Sendo assim, as mensalidades passarão a vigorar com os seguintes valores: 

 

CATEGORIA  VALOR ATUAL  REAJUSTE 

2026 

A (ME, EPP, Simples Nacional – até 10 funcionários)  R$ 164,00  R$ 169,00 
B (ME, EPP, Simples Nacional – a partir de 11 funcionários)  R$ 223,00  R$ 230,00 
C (até 20 funcionários)  R$ 327,00  R$ 338,00 
D (de 21 até 40 funcionários)  R$ 491,00  R$ 507,00 
E (de 41 até 100 funcionários)  R$ 654,00  R$ 676,00 
F (de 101 até 300 funcionários)  R$ 818,00  R$ 845,00 
G (a partir de 301 funcionários)  R$ 1.111,00  R$ 1.148,00 

 

Contamos com a compreensão de todos e nos colocamos à disposição.  

 

Santos, 18 de março de 2026. 

 

ROSENEIDE FASSINA 

Presidente 

Internet chega às rodovias federais concedidas, transforma vidas e alcança milhões de brasileiros

Quem percorre uma rodovia federal concedida no Brasil pode não perceber imediatamente, mas uma mudança silenciosa começa a transformar a experiência de quem vive, trabalha ou simplesmente passa por esses corredores logísticos: a chegada da conectividade móvel.

A expansão da cobertura de telefonia e internet ao longo das rodovias concedidas já alcança mais de 1.800 quilômetros de rodovias federais concedidas em diferentes regiões do país. O avanço, acompanhado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) a partir de informações apresentadas pelas concessionárias, vai além da infraestrutura de transporte e leva comunicação, segurança e inclusão digital para milhões de brasileiros.

Em muitos casos, o sinal que hoje permite uma ligação, o envio de uma mensagem ou o acesso à internet nas rodovias também chega às comunidades próximas, beneficiando escolas, unidades de saúde, propriedades rurais e pequenos municípios que antes conviviam com áreas sem cobertura. É a infraestrutura indo além e beneficiando a todos ao seu redor, é uma mudança que se reflete diretamente na vida das pessoas.

 

Mais segurança e atendimento mais rápido

A conectividade também reforça a segurança nas rodovias. Com comunicação contínua ao longo dos trechos, concessionárias conseguem identificar ocorrências com mais rapidez, acionar equipes de atendimento e coordenar serviços de emergência com maior eficiência. Na concessão Rio–São Paulo, administrada pela Motiva RioSP, a cobertura implantada nas rodovias BR-101 e BR-116 já alcança 803 quilômetros, atendendo 55 municípios e beneficiando cerca de 944 mil pessoas.

Entre março e dezembro de 2025, aproximadamente 220 mil atendimentos operacionais foram realizados com apoio da tecnologia LTE instalada ao longo do trecho, o que inclui apoio a usuários em situações de emergência, incidentes e necessidades de assistência na rodovia.

Outro exemplo vem da concessão Ecovias Rio Minas, que implantou rede de conectividade em 726,9 quilômetros de rodovias entre Minas Gerais e Rio de Janeiro. A estrutura atende 71 municípios e 144 distritos, alcançando uma população estimada em 5,1 milhões de pessoas. A rede também conecta 118 escolas públicas, 40 unidades de saúde e mais de 13 mil propriedades rurais, ampliando o acesso a serviços digitais e ferramentas de comunicação.

Na BR-381/MG, operada pela concessionária Nova 381, a conectividade 4G já cobre 100% dos cerca de 304 quilômetros do trecho concedido, que atravessa 21 municípios. O alcance da conectividade, no entanto, vai além da faixa da rodovia e já chega a 55 municípios, ampliando o acesso à comunicação em áreas urbanas e rurais da região. O projeto incluiu a implantação ou modernização de 76 torres de telecomunicação, reduzindo em 52% as áreas que antes não tinham sinal.

O impacto também chega ao Centro-Oeste e ao Norte do país. No sistema rodoviário administrado pela Ecovias do Araguaia, a cobertura 4G já se estende por 850,7 quilômetros ao longo do corredor Anápolis–Aliança do Tocantins, que inclui trechos das rodovias BR-153, BR-080 e BR-414. A rede atende 28 municípios e beneficia aproximadamente 900 mil pessoas, além de alcançar 88 escolas públicas, 31 unidades de saúde e milhares de propriedades rurais, fortalecendo atividades econômicas importantes para a região, como o agronegócio.

 

Rodovias mais inteligentes e conectadas

Os números refletem apenas parte de um movimento que tende a crescer. Outras concessões rodoviárias já estudam ou estruturam projetos semelhantes, o que deve ampliar significativamente a cobertura nos próximos anos. Para a ANTT, a expansão da conectividade representa um passo importante na modernização da infraestrutura rodoviária brasileira. A presença de redes digitais ao longo das estradas cria condições para o avanço de tecnologias como sistemas inteligentes de tráfego, veículos conectados e novos serviços digitais ao usuário.

Ao mesmo tempo, abre portas para algo ainda mais importante: a inclusão digital de comunidades que historicamente ficaram à margem da conectividade.

 

Rodovias que conectam pessoas

A implantação de internet e telefonia móvel nas rodovias concedidas mostra que a infraestrutura de transportes vai muito além do asfalto. Quando uma estrada passa a ter sinal de celular, ela também passa a permitir que um caminhoneiro peça ajuda em uma emergência, que um morador rural acesse serviços digitais, que uma escola utilize recursos educacionais online ou que uma unidade de saúde se comunique com centros médicos maiores.

Em outras palavras, as rodovias passam a conectar pessoas, serviços e oportunidades. É assim que a modernização da infraestrutura de transportes avança no Brasil, aproximando tecnologia, mobilidade e desenvolvimento social, sempre com um objetivo central: melhorar a vida de quem utiliza e de quem vive ao redor das estradas do país.

 

Fonte: ANTT

Participe da primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística, em Pernambuco

A primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística ocorrerá no estado de Pernambuco, recepcionada pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste – FETRACAN, pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas, Entregas, Armazenagem e Logística do Estado de Pernambuco – SETCEPE e pelo Núcleo da COMJOVEM Recife, no dia 19 de março, às 8h30, no Complexo Industrial Portuário de Pernambuco (SUAPE), localizado no litoral sul, abrangendo os municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho.

Criado em 2004, o Seminário Itinerante tem o propósito de levar a NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística a diversas regiões do país, promovendo capacitação técnica e oportunidades de negócios para empresários e executivos do setor de transporte de cargas e logística.

A programação contará com temas relevantes para o setor e que impactam diretamente as atividades das empresas. A organização do evento também conta com o apoio da COMJOVEM – Comissão de Jovens Empresários e Executivos do Transporte Rodoviário de Cargas da NTC&Logística.

Ratificando a missão da NTC&Logística de estar ao lado do transportador rodoviário de cargas, de Norte a Sul do Brasil, o Seminário Itinerante já percorreu diversos estados ao longo de mais de duas décadas.

Para o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, “a primeira edição do Seminário Itinerante de 2026, que ocorrerá no estado de Pernambuco, marca o início de um novo ciclo de encontros, reafirmando o compromisso da entidade de estar próxima do transportador rodoviário de cargas em todas as regiões do país. Abrir o calendário em um Estado estratégico para a logística do Nordeste reforça a importância do diálogo regional e da troca de experiências. Ao longo deste ano, o Seminário Itinerante passará por três cidades, promovendo encontros qualificados, debates relevantes e aprendizados práticos para empresários, executivos e lideranças do setor. Estamos confiantes de que o Seminário Itinerante em Pernambuco dará o tom de mais uma temporada de sucesso, contribuindo de forma efetiva para o fortalecimento do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil”.

O evento será realizado presencialmente, no Complexo Industrial Portuário de Pernambuco (SUAPE) – Rodovia Indonésia, S/N – Bairro: Distrito Industrial de Ipojuca – Suape Ipojuca – Pernambuco (PE). A participação é aberta a todos os empresários da região que contribuem para um Transporte Rodoviário de Cargas cada vez mais forte.

 

Clique aqui e faça já a sua inscrição

PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR PERÍODO DA MANHÃ – VISITA TÉCNICA

8h30 | 9h | Recepção com Café de Boas-Vindas e Credenciamento

9h | 11h30 | Visita Técnica – Porto de Suape

  • Apresentação institucional
  • Visita guiada às operações
  • Ênfase em eficiência logística, integração multimodal e relação porto–TRC

11h30 | 12h15 | Palestra: BR do Mar e os Impactos para a Cabotagem e a Competitividade Logística

Palestrante Convidado: a ser definido

12h30 | 14h | Almoço de Relacionamento

Local: a ser definido

PERÍODO DA TARDE – CONTEÚDO TÉCNICO E MERCADO

Local: Prédio administrativo do Porto de Suape – Rodovia Indonésia, S/N – Bairro: Distrito Industrial de Ipojuca – Suape Ipojuca – Pernambuco (PE)

14h15 | 14h30 | Abertura Oficial

  • Boas-vindas institucionais
  • Contextualização do encontro
  • Importância do associativismo e das conexões logísticas regionais

14h30 | 15h45 | Palestra: Mercado e Tarifa

Palestrante: Engo Lauro Valdivia, Assessor Técnico da NTC&Logística

Conteúdo:

  • Atualização do INCT (Índice Nacional de Custos do Transporte)
  • Apresentação da Pesquisa de Mercado DECOPE 2026
  • Demonstração de Aplicações práticas da Plataforma de Cálculo de Frete

15h45 | 16h15 | Intervalo

16h15 | 17h30 | NTC TALKS – Soluções para o TRC

Participantes: Transpocred – Crédito e soluções financeiras para o TRC

NDD – Tecnologia, gestão fiscal e documentos eletrônicos The – Soluções corporativas e apoio à gestão empresarial Apvida – Saúde e bem-estar para empresas e colaboradores

Pamcard – Meios de pagamento e gestão de benefícios para o transporte

17h30 | 19h30 | Happy Hour de Encerramento

 

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Realização

  • NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística
  • FETRACAN – Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste
  • SETCEPE – Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas, Entregas, Armazenagem e Logística do Estado de Pernambuco

Patrocínio

  • FENATRAN
  • Transpocred

 

Apoio Institucional

  • Sistema Transporte – CNT / Confederação Nacional do Transporte / SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte / ITL – Instituto de Transporte e Logística
  • FuMTran – Fundação Memória do Transporte

 

Apoio Logístico

  • Braspress

 

Fonte: NTC&Logística

Comunicado APS: situação de CONTINGÊNCIA (Fevereiro/2026)

1) 05/02/2026, das 10h30 às 16h30

Motivo: Excesso de veículos comerciais no acesso ao Porto pela Alemoa.

Terminais em Contingência: Todos os terminais da Margem Direita.

 

2) 20/02/2026, das 15h10 às 23h49

Motivo: Excesso de veículos comerciais na rodovia Anchieta, sentido Litoral – Acesso Porto Alemoa.

Terminais em Contingência: Todos os terminais da Margem Direita.

 

3) 23/02/2026, das 14h40 às 17h49

Motivo: Excesso de veículos comerciais na Cônego Domênico Rangoni – Baixada – Oeste.

Terminais em Contingência: Todos os terminais da Margem Direita.

 

4) 26/02/2026, das 13h15 às 06h21(27/02)

Motivo: Excesso de veículos na Rodovia Anchieta, em direção ao Porto.

Terminais em Contingência: Todos os terminais.

 

5) 27/02/2026, das 8h20 às 17h55

Motivo: Excesso de veículos na Avenida Eng. Plínio de Queiroz, que ocasionou congestionamento na Rodovia Cônego Domenico Rangoni.

Terminais em Contingência: Todos os terminais da Margem Esquerda.

 

NAP. SUPOP. OPR.016

NORMA PARA ACESSO TERRESTRE DE CAMINHÕES AO PORTO DE SANTOS.

Cap VI. Art. 33. Em caso de situações de contingência devidamente caracterizadas pela APS, as programações e sequenciamentos poderão ser interrompidas por esta Autoridade. Todos os usuários afetados serão orientados sobre as medidas cabíveis necessárias para a manutenção do fluxo de transporte e das operações em curso.

FONTE: Autoridade Portuária de Santos

NTC&Logística integra delegação brasileira no Geotab Connect 2026, em Las Vegas

Começa nesta terça-feira, 10 de fevereiro, em Las Vegas (EUA), o Geotab Connect 2026, um dos principais encontros globais voltados à tecnologia, inovação e inteligência de dados aplicadas à gestão de frotas e à logística. A NTC&Logística integra a delegação brasileira no evento por meio dos integrantes da Comissão de Jovens Empresários e Executivos do Transporte Rodoviário de Cargas (COMJOVEM), além de empresários associados e membros da diretoria. A programação segue até o dia 12 de fevereiro.

 

A presença institucional da NTC&Logística e da COMJOVEM no Geotab Connect decorre de uma parceria estratégica com a Geotab, que investe na aproximação com entidades representativas do setor e na formação de lideranças. A iniciativa reflete a visão da marca sobre a importância de integrar tecnologia, dados e representatividade institucional, criando conexões diretas entre tendências globais e a realidade operacional do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil.

 

Para o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, a participação no evento amplia o acesso da entidade e de seus associados a referências internacionais que impactam diretamente a gestão e a competitividade do setor. “A parceria com a Geotab permite integrar empresas, entidades representativas e jovens lideranças em um ambiente de inovação global. Esse movimento fortalece a leitura estratégica do setor e contribui para decisões mais eficientes, sustentáveis e alinhadas ao futuro do Transporte Rodoviário de Cargas brasileiro”, afirma o presidente.

 

O coordenador nacional da COMJOVEM, Hudson Rabelo, destaca que a experiência internacional está diretamente conectada aos pilares da Comissão. “A COMJOVEM tem como base a formação, a sucessão empresarial e a inovação. Estar no Geotab Connect amplia o repertório dos nossos integrantes, gera troca de experiências com referências globais e fortalece a aplicação prática dessas soluções à realidade do transporte rodoviário de cargas no Brasil”, ressalta.

Representando a Geotab no Brasil, o vice-presidente Eduardo Canicoba reforça que o investimento da empresa na participação da NTC&Logística e da COMJOVEM reflete uma estratégia clara de atuação conjunta com o setor. “Essa vivência permite que lideranças do transporte brasileiro acompanhem de perto tendências globais em dados, telemetria, vIdeotelemetria e inteligência artificial, com uma leitura mais clara do que é aplicável e do que precisa ser adaptado à realidade das operações no país. É assim que os aprendizados globais se transformam em competitividade local”, avalia.

 

A COMJOVEM é um órgão auxiliar da administração da NTC&Logística criado em 2008 – 18 anos de atuação –, presente em 27 núcleos distribuídos por 19 estados brasileiros, reunindo cerca de 400 empresas e mais de 600 integrantes. Ao longo de sua trajetória, consolidou um histórico consistente de encontros nacionais e internacionais, promovendo formação de lideranças, acesso a oportunidades estratégicas e estímulo contínuo à inovação no setor.

 

Ao longo dos cinco dias de programação, de 10 a 12 de fevereiro, os participantes terão contato direto com painéis e apresentações sobre inteligência artificial aplicada à gestão de frotas, uso estratégico de dados para tomada de decisão, segurança viária, eficiência operacional, sustentabilidade, integração de sistemas e cases globais de sucesso. A imersão no Geotab Connect 2026 amplia a visão estratégica das lideranças da NTC&Logística e da COMJOVEM, conectando o Transporte Rodoviário de Cargas brasileiro às principais discussões e soluções que estão moldando o futuro da logística no cenário internacional.

Fonte: NTC&Logística

SEST SENAT e PRF ampliam parceria para saúde, segurança e campanhas educativas nas estradas

O SEST SENAT e a PRF (Polícia Rodoviária Federal) firmaram, em dezembro do ano passado, um acordo de cooperação técnica para intensificar ações integradas de promoção da saúde, segurança viária e proteção social voltadas aos motoristas profissionais que trafegam pelas rodovias federais. O acordo tem vigência de 60 meses e prevê a integração de esforços para ampliar o alcance das iniciativas das duas instituições.

O principal eixo da cooperação é a retomada do Comando de Saúde Preventivo, que oferece atendimentos gratuitos de saúde, orientações para a melhoria da qualidade de vida e ações educativas voltadas à redução de acidentes. As atividades utilizam a estrutura do SEST SENAT e contam com o apoio operacional da PRF para a organização e abordagem nas rodovias, com a previsão de ao menos quatro edições ao longo deste ano, em trechos estratégicos com o maior índice de acidentes com veículos pesados.

O acordo também fortalece o projeto Proteção com campanhas de enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes, capacitação de motoristas como agentes de proteção e divulgação de canais de denúncia, como o Disque 100.

A cooperação ainda amplia a atuação de outras iniciativas do SEST SENAT voltadas à segurança e ao bem-estar dos trabalhadores do transporte. Entre elas, está o Programa de Mobilizações Nacionais, que promove ações presenciais de conscientização em saúde, segurança e prevenção de acidentes em locais estratégicos onde os profissionais do setor atuam. Essas mobilizações reúnem orientações, blitze educativas, palestras e atendimentos gratuitos de saúde em diversas regiões do país, com foco na promoção de práticas seguras no trabalho e nas estradas.

O acordo também potencializa o Programa de Prevenção de Acidentes, que engloba campanhas educativas para estimular atitudes seguras no trânsito e incorpora tecnologia, como experiências de realidade virtual para simulações de situações de risco, com o objetivo de conscientizar motoristas profissionais sobre os impactos de comportamentos imprudentes ao volante.

A parceria amplia o alcance das iniciativas ao unir a capilaridade do SEST SENAT, presente em todo o país, à atuação da PRF nas rodovias federais. Essa integração fortalece a comunicação com o público-alvo, potencializa os resultados das campanhas e contribui para a promoção da saúde, segurança no trânsito e proteção social dos motoristas profissionais.

 

Início das ações em 2026

A primeira agenda técnica da parceria ocorreu em 12 de janeiro e teve como foco a definição de datas e locais para a realização dos Comandos de Saúde.

Participaram da reunião, pelo Sistema Transporte, a gerente executiva de Negócios da CNT, Luciana Malamin; a coordenadora de Promoção Social do SEST SENAT, Lidiane Rodrigues; e o coordenador de Relacionamento Corporativo do SEST SENAT, João Paulo Barros. Pela PRF, estiveram presentes representantes das áreas de Prevenção de Sinistros, Direitos Humanos, Educação para o Trânsito e Fiscalização.

 

Fonte:  Agência CNT Transporte Atual

Comunicado APS: situação de CONTINGÊNCIA (Janeiro/2026)

1) 08/01/2026, das 13h às 19h20

Motivo: Obras na Avenida Eng. Augusto Barata, saída da Alemoa, sentido São Paulo.

Terminais em Contingência: Todos os terminais de contêineres.

 

2) 21/01/2026, das 13h às 15h45

Motivo: Excesso de veículos na SP150 Anchieta

Terminais em Contingência: Todos os terminais da Margem Direita.

 

NAP. SUPOP. OPR.016

NORMA PARA ACESSO TERRESTRE DE CAMINHÕES AO PORTO DE SANTOS.

Cap VI. Art. 33. Em caso de situações de contingência devidamente caracterizadas pela APS, as programações e sequenciamentos poderão ser interrompidas por esta Autoridade. Todos os usuários afetados serão orientados sobre as medidas cabíveis necessárias para a manutenção do fluxo de transporte e das operações em curso.

FONTE: Autoridade Portuária de Santos

Medida Provisória atende antiga reivindicação da NTC&Logística e incentiva sucateamento de veículos com mais de 20 anos

A edição da Medida Provisória nº 1.328, de 16 de dezembro de 2025, representa uma antiga reivindicação da NTC&Logística e das entidades representativas do setor de Transporte Rodoviário de Cargas ao prever incentivo direto para o sucateamento de veículos de carga com mais de 20 anos de fabricação.

A norma autoriza a criação de linhas de financiamento para a aquisição de caminhões novos ou seminovos, condicionadas, em determinados casos, à entrega do veículo antigo para baixa definitiva, estimulando a renovação da frota, a modernização do setor e a melhoria dos índices de segurança viária, eficiência operacional e sustentabilidade ambiental.

Para a NTC&Logística, a medida é um avanço relevante na política de renovação de frota no país, ao reconhecer a necessidade de retirar de circulação veículos obsoletos e menos eficientes, ao mesmo tempo em que cria condições econômicas para que transportadores, inclusive autônomos, possam investir em equipamentos mais modernos e alinhados às exigências ambientais e operacionais atuais.

Acesse aqui o documento oficial.

 

Fonte: NTC&Logística

Comunicado APS: situação de CONTINGÊNCIA (Dezembro/2025)

1) 01/12/2025, das 12h20 às 17h

Motivo: Excesso de veículos na  Rodovia Anchieta – Pista Sul – Trecho Baixada – Sentido Santos

Terminais em Contingência: Todos os terminais da Margem Direita.

 

2) 16/12/2025, das 18 às 2h30

Motivo: Alagamento da Rodovia Cônego Domenico Rangoni nos dois sentidos do km 253 ao 264.

Terminais em Contingência: Todos os terminais.

 

3) 17/12/2025, das 18h50 às 20h37

Motivo:  Excesso de veículos comerciais na Rodovia Anchieta

Terminais em Contingência: Todos os terminais.

 

4) 18/12/2025, das 14 às 15h15

Motivo: Congestinamento nos km 58 ao 64 da Rodovia Anchieta devido ao acidente no viaduto a Alamoa.

Terminais em Contingência: Todos os terminais.

 

NAP. SUPOP. OPR.016

NORMA PARA ACESSO TERRESTRE DE CAMINHÕES AO PORTO DE SANTOS.

Cap VI. Art. 33. Em caso de situações de contingência devidamente caracterizadas pela APS, as programações e sequenciamentos poderão ser interrompidas por esta Autoridade. Todos os usuários afetados serão orientados sobre as medidas cabíveis necessárias para a manutenção do fluxo de transporte e das operações em curso.

FONTE: Autoridade Portuária de Santos